Reggae · 12 de julio de 2005
Depois do vice-campeonato em Maresias, Juliana Guimarães quer a liderança do SuperSurf!
ATUAL VICE-LÍDER DO RANKING, SURFISTA JÁ VENCEU NA PRAIA DE ITAÚNA EM 2001 Atual vice-líder do ranking, a surfista Juliana Guimarães, da

ATUAL VICE-LÍDER DO RANKING, SURFISTA JÁ VENCEU NA PRAIA DE ITAÚNA EM 2001
Atual vice-líder do ranking, a surfista Juliana Guimarães, da equipe AntiQueda, compete motivada na 3ª etapa do Super Surf, que começa nesta quarta-feira (dia 13) e segue até domingo (dia 17) na Praia de Itaúna, em Saquarema. Conhecendo bem as ondas do "Maracanã" do Surf nacional, onde já venceu em 2001, a competidora quer a vitória para assumir a 1ª colocação na disputa pelo título da divisão principal do Circuito Brasileiro de Surf Profissional.
"Estou bem animada e se tiver onda boa vai ser melhor ainda", afirma a surfista, que treina nas ondas de Itaúna, em Niterói, e vem de uma sequência de bons resultados no Super Surf. Na etapa inicial, em Imbituba/SC, foi a 3ª colocada e em São Sebastião, na Praia de Maresias, chegou à final, ficando em 2º lugar. "Agora só falta a vitória", brinca a atleta de 25 anos, que além da AntiQueda conta com os patrocínios da Lui Lui e Tent Beach e usa as pranchas Merre.
No ranking do Super Surf, Juliana, que tem no currículo dois vice-campeonatos brasileiros, em 98 e 2001, está só a 20 pontos da liderança. Tem 1.590 pontos contra 1.610 da potiguar Alcione Silva, vencedora em Maresias. Juliana faz parte da equipe AntiQueda, que também conta com outro destaque do surf nacional, o experiente Almir Salazar, único tetracampeão paulista de surf profissional, feito conquistado no início da década de 80.
O surfista de Santos, que continua em plena atividade aos 46 anos de idade, vem de vitória no Petrobras Longboard Classic, na Bahia, na categoria legends, e nestes sábado e domingo compete na 2ª etapa do Okdok Paulista de Surf, no Píer, em Mongaguá. Atual bicampeão estadual master, ele tenta recuperar terreno para seguir na briga pelo tri. Na etapa inicial, em Ubatuba, ele perdeu nas quartas-de-final, ficando em 9º lugar.
"Vou batalhar para chegar à vitória. Não perdi a esperança", afirma o atleta relatando as dificuldades da disputa, por ter de enfrentar rivais até 10 anos mais jovens. "A master é para surfistas com mais de 35 anos e eu já corro nela faz quase uma década, desde que voltei de Portugal. Como não existe outra categoria acima, sempre pego gente que acabou de sair do profissionalismo e vem com tudo", destaca Almir, que em Mongaguá também estará competindo na categoria longboard (pranchões).
Categoría
#Reggae